sexta-feira, 29 de março de 2013

"Apaixonada"


Borbulha minh’alma

Ferve meu ser

A angústia me consome.

Que ansiedade é essa?

Uma alegria disfarçada de curiosidade

Um anseio, uma esperança talvez

Muitas lembranças percorrem minha mente

Estou confusa, feliz

Estou com saudade de você.






segunda-feira, 25 de março de 2013

"Doce Espera"


Meses de espera

Que ansiedade

Que felicidade

Dia após dia crescia o ventre, sonhava a menina.

Que ilusão da criança

Brincadeira de boneca

Hora do chá, da comidinha

Recordações de menina já mocinha

Que lembrança a minha

Sorrisinhos, olhadinhas

Inocência da menina

Mas agora já mulher.


domingo, 17 de março de 2013

"Realidade Objetiva"


    Para de viver na fantasia, pois o mundo é real.
              
   Nada de melancolia.
    
   Assuma tua dor, recolha tuas lágrimas
    
   E semeia esperança.



sábado, 9 de março de 2013

"Canção Calada"

  
  Uma melodia , um momento contido, um abraço talvez.

  Notas de uma canção que não se pode mais repetir.

  Que saudade de outrora, da paz da aurora e da tua chegada com o orvalho da manhã, trazendo seu frescor em esperança.

  Madrugadas de espera,

  O silêncio como resposta

  Frustração, desespero na ausência

  Que presente mais insano

  O agora não vem

  A distância me maltrata.

  Quero de volta a canção que entoei, os sonhos que sonhei, o adeus que deixei.

  Quero de volta a ilusão da menina que um dia fui e a ilusão que um dia amei.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"Casa de Vidro" 2




Quebro a janela 

e vou de encontro aos sonhos. 

Viajo pelo tempo e me abandono ao acaso. 

O destino já não existe 

O agora é que me importa 

A prisão dessas paredes não mais me detém. 

Já não observo o horizonte 

Vou até ele e reencontro o calor do sol 

que se esconde nos teus beijos, no teu colo, no meu desejo.





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

"Casa de Vidro" 1


“Lembranças são momentos guardados numa casa de vidro dentro da alma...”


1


Aqui posso te ver,

     mas não posso te tocar.

Quero te sentir, cheirar

     mas não posso te tocar.

O teu olhar me penetra e em tua lembrança me detenho

     mas não posso te tocar.

Tão simples é te olhar, tão impossível é te ter,

     Pois vives na casa de vidro, onde te deixei.




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

"Sem Arrependimentos"


Momentos guardados na alma. 

Às vezes transparentes, outras vezes sufocados pela conformidade ao conforto, covardemente calados.

Uma saudade contida

Um abraço esquecido

A frase não dita, ou dita

Um adeus arrependido.

O peito reclama essa dor, aperta, sufoca.

O tempo não brinca em serviço. Passou.

E o momento presente, faz parte do passado,

onde te deixei

(onde não te esqueci)




To E.C.