segunda-feira, 15 de abril de 2013

"Ausência"


               Tempestades na alma

               Desavenças no coração

               Me fecho para a vida e só estarei.

               Amor já não tenho

               Esperança para quê?

               Tua presença me marcou

               Teu cheiro impregnou

               Mas meu amor a cada dia de mim se ausentou

               E hoje, ausente de mim estou.





sábado, 6 de abril de 2013

"Caminhada"



Olho para traz e rastros de sonhos espalhados, levados pelo vento do destino.
               
Juntar os pedaços para quê?
               
Buscar-te por quê?
               
Meu caminho é traçado, sigo sem exitar
               
Almejo um começo, uma oportunidade
               
Olho para traz, sigo andando
              
Longe ficaste
            
Teu alento me deixou
              
Teu cheiro enfraqueceu e tua luz se apagou.
              
Respiro livre um novo ar
              
Abro os braços para o vento
              
Liberto meu anseio e já não olho para traz.



sexta-feira, 29 de março de 2013

"Apaixonada"


Borbulha minh’alma

Ferve meu ser

A angústia me consome.

Que ansiedade é essa?

Uma alegria disfarçada de curiosidade

Um anseio, uma esperança talvez

Muitas lembranças percorrem minha mente

Estou confusa, feliz

Estou com saudade de você.






segunda-feira, 25 de março de 2013

"Doce Espera"


Meses de espera

Que ansiedade

Que felicidade

Dia após dia crescia o ventre, sonhava a menina.

Que ilusão da criança

Brincadeira de boneca

Hora do chá, da comidinha

Recordações de menina já mocinha

Que lembrança a minha

Sorrisinhos, olhadinhas

Inocência da menina

Mas agora já mulher.


domingo, 17 de março de 2013

"Realidade Objetiva"


    Para de viver na fantasia, pois o mundo é real.
              
   Nada de melancolia.
    
   Assuma tua dor, recolha tuas lágrimas
    
   E semeia esperança.



sábado, 9 de março de 2013

"Canção Calada"

  
  Uma melodia , um momento contido, um abraço talvez.

  Notas de uma canção que não se pode mais repetir.

  Que saudade de outrora, da paz da aurora e da tua chegada com o orvalho da manhã, trazendo seu frescor em esperança.

  Madrugadas de espera,

  O silêncio como resposta

  Frustração, desespero na ausência

  Que presente mais insano

  O agora não vem

  A distância me maltrata.

  Quero de volta a canção que entoei, os sonhos que sonhei, o adeus que deixei.

  Quero de volta a ilusão da menina que um dia fui e a ilusão que um dia amei.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"Casa de Vidro" 2




Quebro a janela 

e vou de encontro aos sonhos. 

Viajo pelo tempo e me abandono ao acaso. 

O destino já não existe 

O agora é que me importa 

A prisão dessas paredes não mais me detém. 

Já não observo o horizonte 

Vou até ele e reencontro o calor do sol 

que se esconde nos teus beijos, no teu colo, no meu desejo.